O SIGNIFICADO DOS VÍDEOS "ANTIDIARY" DE RIHANNA

Os oito vídeos que antecederam o lançamento do álbum ANTI de Rihanna escondem uma mensagem pesada: eles revelam o processo necessário para um artista entrar no "mundo dos grandes" da indústria da música, que é governado por uma elite oculta. Rihanna foi descoberta pela indústria da música quando ela era uma adolescente em Barbados e, de forma rápida, ela foi sugada para dentro do buraco negro que é a indústria da música. Seu terceiro álbum, intitulado "Good Girl Gone Bad", fez com que ela alcançasse um superestrelato e fez dela um nome conhecido. Coincidentemente, é também com esse álbum que a imagem e a persona de Rihanna tomaram LEIA O RESTANTE AQUI

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Jaymes Young "I'll Be Good" - Um Novo Artista e o Velho Simbolismo de Controle Mental

[ domingo, 7 de fevereiro de 2016 | 0 comentários ]

Jaymes Young é um cantor americano pouco conhecido na mídia mainstream. Ele lançou seu primeiro EP intitulado "Dark Star" em 2013, assinando com a Atlantic Records, e outros trabalhos nos anos seguintes. Embora Jaymes não tenha se tornado extremamente famoso até o momento, seu vídeo para música "I'll Be Good" mostra os mesmos simbolismos ocultos que já flagramos nos vídeos de dezenas de artistas pop analisados neste site. "I'll Be Good" é mais um exemplo gritante de um artista iniciando-se no mundo oculto da indústria da música e sendo submetido aos horrores do controle mental monarca.

Capa de seu primeiro trabalho "Dark
 Star" já fazia alusão ao "um olho".

O vídeo de Jaymes Young "I'll Be Good" é bastante ilusório e pode levar o espectador menos atento a ter um entendimento ingênuo sobre seu significado subjacente. Oficialmente, o conceito da música e do vídeo seria apenas sobre uma relação complicada entre duas pessoas. A letra da música parece realmente estar falando de uma promessa de alguém que está dizendo que vai mudar seus caminhos e que não fará mais mal a sua amada. À medida que o vídeo avança, vemos pequenos sinais de lesões físicas, tanto sobre James quanto sobre a mulher para quem ele canta letras de arrependimento e promessa. Segue trecho da letra da música "I'll Be Good:


Eu nunca quis começar um incêndio
Eu nunca quis fazer você sangrar
Eu vou ser um homem melhor hoje


Em um ponto no vídeo, cada um deles são vistos sobre uma cama de hospital com cortes e arranhões por todo seu corpo, enquanto um olhar triste de derrota é exibido em cada um dos seus rostos. Em seu canal no YouTube, Jaymes Young postou: "Este vídeo representa o mal que fazemos. Nós prejudicamos a nós mesmos quando prejudicamos os outros. Ele também reflete o renascimento de uma consciência perdoada".

Sua amada deitada sobre uma cama de hospital. Segundo
 Jaymes Young, o conceito do vídeo é este: "prejudicamos 
a nós mesmos quando fazemos mal a quem amamos."

A análise do vídeo poderia terminar aqui se não fosse por outros muitos detalhes. É verdade que o vídeo pode ser interpretado da maneira que Jaymes Young explicou no YouTube. Porém, existem elementos bastante simbólicos no vídeo que não têm por que de estarem ali e indicam, portanto, que há mais para ser interpretado do que apenas uma história conflituosa de amor.

Por meio dos códigos de cores e elementos simbólicos, o vídeo de Jaymes Young "I'll Be Good" pode ser interpretado como mais um vídeo de um artista se iniciando no lado oculto, sendo submetido ao controle mental monarca e ganhando um nova persona, uma mais sombria, ou seja, o seu lado negro. Já vimos esse mesmo processo em diversos vídeos de músicas.

No início do vídeo, vemos Jaymes olhando para seu próprio reflexo no espelho, vestindo branco. Como já sabemos, o branco representa a pureza e inocência do "eu" do não iniciado. Em rituais de iniciação oculta, um indivíduo frequentemente veste roupas claras no começo para depois assumir um lado mais sombrio e negro.

Jaymes Young vestindo branco, representando a inocência do não 
iniciado, olhando para si mesmo no espelho por um tempo. Espelhos
 são frequentemente usados para simbolizar o início da dissociação 
(que é uma parte importante do controle mental).

Em seguida, vemos várias cenas que, distribuídas de forma aleatória e acronológica no vídeo, vão compondo o processo de controle mental monarca. Uma delas é Jaymes, vestido de branco, cheio de lesões físicas pelo corpo, recebendo tratamento por via intravenosa, na sala de um hospital. Mas por que Jaymes está todo machucado em um hospital? Na programação monarca, a fim de forçar a dissociação da realidade, as vítimas de controle mental recebem todos os tipos de abuso, físico e psicológico, como tortura, eletrochoque etc.

Como parte da programação monarca, Jaymes sofreu
 abuso intenso e agora se encontra totalmente debilitado.

Como parte do processo de iniciação, Jaymes precisa se "lavar" do seu eu antigo para assumir sua nova persona.

Jaymes entra em uma banheira para se lavar do seu "velho eu" 
e de sua "inocência". Note que a água se torna branca, como
 se seu "lado branco" estivesse saindo dele e tingindo a água.

Note também o piso quadriculado maçônico representando o 
conceito de dualidade, que está sempre presente nos processos
 de controle mental e rituais de iniciação oculta.

Para livrar-se do seu verdadeiro, Jaymes afunda na banheira,
 como se estivesse literalmente se matando para um novo nascimento.

Borboletas monarcas pousam em sua cabeça indicando para aqueles que sabem
 que esse é um processo de controle mental monarca, pois seria coincidência demais
 eles sempre usarem a monarca quando existem milhares de espécies de borboletas.

"Estávamos gravando o clipe e de repente algumas borboletas 
monarcas pousaram sobre meu rosto, então decidimos deixá-las, 
pois elas têm tudo a ver com a letra da música". É claro que não!

A mulher que aparece no vídeo está simbolizando o conceito de dualidade. 
A oposição homem/mulher e claro/escuro tem o mesmo propósito.

Como resultado do processo, Jaymes aparece no final do vídeo vestido de preto, a cor da iniciação.

O vídeo termina com essa cena, a imagem de Jaymes vestido de preto 
com um olhar de preocupado. Afinal, não é todo dia que a gente passa
 por um ritual de iniciação oculta. Ele não está mais machucado.
 A sua transformação oculta terminou.

Por meio dos elementos simbólicos, que estão bastante gritantes no vídeo, podemos dizer que Jaymes Young "I'll Be Good" é mais um vídeo de iniciação oculta e controle mental monarca. Essa mesma narrativa está sendo contada repetidas vezes há anos nos clipes de música. Para entrar no mundo oculto da indústria da música, o artista precisa desistir do seu "velho eu" e abraçar uma nova persona dark. Esse processo é sempre simbolizado pelos códigos de cores e outros elementos. A programação monarca e os rituais de iniciação oculta são duas coisas que andam de mãos dadas, por isso são frequentemente mostrados juntos. Embora Jaymes Young seja pouco conhecido, ele provavelmente já foi recrutado assim como dezenas de outros antes dele. A lista cada vez mais aumenta, porque, definitivamente, há pouco ou nenhum espaço para aqueles que não quiserem adentrar o lado negro da indústria. Jaymes sabe que, infelizmente, hoje, sucesso não depende mais de talento, mas do quanto você é capaz de se submeter a tudo isso.

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O Significado Oculto dos Vídeos ANTIdiaRY de Rihanna

[ sábado, 6 de fevereiro de 2016 | 25 comentários ]

Os oito vídeos que antecederam o lançamento do álbum ANTI de Rihanna escondem uma mensagem pesada: eles revelam o processo necessário para um artista entrar no "mundo dos grandes" da indústria da música, que é governado por uma elite oculta.

Rihanna foi descoberta pela indústria da música quando ela era uma adolescente em Barbados e, de forma rápida, ela foi sugada para dentro do buraco negro que é a indústria da música. Seu terceiro álbum, intitulado "Good Girl Gone Bad", fez com que ela alcançasse um superestrelato e fez dela um nome conhecido. Coincidentemente, é também com esse álbum que a imagem e a persona de Rihanna tomaram um rumo mais escuro e seu trabalho tornou-se impregnado de simbolismo Illuminati. Por exemplo, seu vídeo "Umbrella" (analisado no meu artigo em 2010), simbolicamente representa o seu "vender a alma" para a indústria da música e às forças obscuras que a regem. O vídeo é na verdade sobre uma boa menina se tornando má.

Desde então, Rihanna tornou-se uma das artistas que mais venderem de todos os tempos e, ao mesmo tempo, seu trabalho tem sido usado para promover todos os tipos de agendas (como explicado em meus numerosos artigos sobre ela). Os vídeos ANTIdiaRY não são exceção. De uma maneira muito simbólica, esses vídeos mostram o caminho de Rihanna para o sucesso e, como veremos, é tudo sobre ser iniciado em uma indústria governada por uma elite oculta.

ANTIdiaRY

O álbum de Rihanna "Anti" foi precedido pelo lançamento de oito vídeos curtos que contaram uma história enigmática. Embora o objetivo óbvio desses vídeos tenha sido o de promover e gerar ansiedade na Internet com o álbum (e com produtos da Samsung), o enredo também promove outra coisa: o controle da elite oculta sobre a indústria da música.

A capa do álbum apresenta uma jovem Rihanna cega por uma coroa. Os conceitos de visão e cegueira são o tema central desse trabalho.

A capa do álbum "Anti" apresenta uma imagem de Rihanna 
como uma menina (supostamente de seu primeiro dia na creche). 
Um vermelho tipo sangue cobre a parte superior do seu corpo.


A imagem da capa é na verdade parte da série "Blind", do artista nascido em Israel, que se concentra, em grande parte, nos conceitos de visão interior e exterior e a metáfora da "abertura" dos olhos dos espectadores. A maioria das obras de Nachum incluem indivíduos com visão obstruída e mensagens correspondentes em Braille. 

- Vanity Fair, Roy Nachum, the Artist Behind Rihanna's Anti Cover, Explains What It All Means


No fundo há um poema de Chloë Mitchell escrito em braille. Lê-se:


Às vezes eu temo que eu seja mal interpretado. É simplesmente porque o que eu quero dizer, o que eu preciso dizer, não será ouvido. Ouvido de uma maneira que tão justamente mereço. O que eu escolho dizer é de tanta substância que as pessoas simplesmente não vão entender a profundidade da minha mensagem. Assim, a minha voz não é minha fraqueza, é o oposto do que os outros têm medo. 


Sim, a mensagem de ANTIdiaRY é de fato "de tanta substância" e é verdade que a maioria das "pessoas não irão entendê-la". Isso é porque ela está codificada com a linguagem oculta da elite. A mensagem não vem de Rihanna, mas vem daqueles que a controla.

Usando os mesmos simbolismos e códigos de cores que descrevi em vários artigos no passado, os vídeos ANTIdiaRY descrevem o processo necessário de uma jovem estrela acessando os escalões mais altos da indústria da música. Trata-se de iniciação, submissão e controle. E a elite tem orgulho de fazer talentos reviverem a sua própria "venda" em vídeos de música.

Sala 1

A série começa da mesma forma que muitos outros vídeos ritualísticos começam: retratando a juventude, pureza e inocência.

No primeiro cômodo, Rihanna está em um quarto
 todo branco, vestida com um vestido branco. 

Brinquedos brancos e um piano branco referem-se
 ao amor precoce pela música já na sua infância.

Duas crianças pequenas aparecem no quarto de Rihanna e a atraem para um lugar muito mais sombrio.

As crianças (que parecem ser gêmeas) andam
 assustadoramente de costas em direção a uma sala escura.

À medida que ela segue as crianças, ela encontra uma chave 
em que está inscrito R8 (seu oitavo álbum). A chave simboliza
 seu "ser escolhida" para entrar nas salas escuras da elite.

Assim que Rihanna segue as duas crianças, elas
 se fundem em uma jovem Rihanna que está cega por uma 
coroa que ela é muito pequena para usar corretamente.

O menino e a menina fundindo-se em uma jovem Rihanna representa o conceito de dualidade que está no centro de todos os processos de transformação oculta. A oposição das cores brancas e pretas têm a mesma finalidade.

A jovem Rihanna, que está cega pela coroa da elite, representa a personalidade núcleo de Rihanna, seu verdadeiro eu, que não está iniciado na indústria da música e está, portanto, "cego" quanto à natureza da indústria. O eu verdadeiro de Rihanna é, no entanto, seduzido pelos despojos de fama e sucesso e a guia durante todo o processo.

Sala 2

Quando Rihanna entra no quarto escuro, ela encontra, um estúdio de gravação futurista.

Este estúdio é um grande "upgrade" do velho piano branco em
 seu quarto. Este é o lugar onde grandes hits, aqueles que recebem
 bastante tocadas nas rádios em todo o mundo, são gravados.

Quando Rihanna toca a mesa de mixagem, ela se move de forma 
histérica e incontrolável como se estivesse possuída por uma força
 invisível. Essa música está claramente infundida com algo poderoso. 

 Depois que Rihanna endoidece por um tempo, 
um monte de caras assustadores aparecem do nada.

Esses caras, que aparecem dentro do estúdio de gravação da elite, representam "as pessoas da indústria", os profissionais que irão orientar e apoiar a carreira de Rihanna. No entanto, como o rapper Q-Tip uma vez afirmou:


As pessoas da indústria da música são sombrias.


Sala 3

Após esse primeiro contato com a indústria, a transformação oculta de Rihanna começa.

Rihanna, que ainda está vestindo branco, está sendo medida para uma
 roupa nova. Sua nova persona, ideal para a indústria, está sendo criada.

Rihanna, em seguida, encara a mulher encarregada 
pela sala. A mulher está em pé na frente de um portal 
escuro e há Braille tatuado por todo o seu rosto.

Em ANTIdiaRy, o Braille (o sistema de escrita de pontos em relevo usado por pessoas cegas) representa a linguagem secreta da elite oculta. A jovem Rihanna  "não iniciada" com a coroa sobre os olhos está literalmente cega, não muito diferente das massas não iniciadas, que não podem ler a linguagem da elite. Quando perguntada sobre o Braille em seu trabalho, Rihanna afirmou:


"Às vezes os que têm olhos são os mais cegos." 

- Billboard Magazine, "Rihanna Reveals Album Title and Artwork in Los Angeles Gallery"


A mulher com o rosto em Braille é claramente uma pessoa de alto escalão no sistema. Ela toca a chave de Rihanna e a leva para o portal escuro. A pequena Rihanna está esperando por ela do outro lado.

 Rihanna entra no portal, que representa sua iniciação no "lado negro".

Um Rihanna diferente emerge do outro lado do portal.

Rihanna está vestida de preto, a cor da iniciação. Com seu novo
 penteado e guarda-roupa, Rihanna agora parece ser uma estrela
 pop, com tatuagens e um anel de caveira.

A boa menina se tornou má.

Sala 4

Se a pessoa não descende diretamente de uma família de linhagem de elite, a iniciação requer um sacrifício de sangue.

Ainda vestida de preto, Rihanna tatua este cara bem na testa.

Rihanna marcou a cara dele com Braille (a linguagem da
elite). A tinta (que escorre como se fosse o sangue) flui dos olhos
 e do nariz empoçando o chão. O sacrifício de sangue está feito.

Sala 5

Na sala 5, Rihanna está nua em um banho, enquanto um monte de gente a vê atrás das telas. Assim como uma estrela pop vendendo sexo, ela deve expor-se às massas sem rosto para continuar a sua carreira.

Uma multidão de pessoas conversando cercam 
Rihanna, que está sozinha em uma banheira.

Ela mergulha a cabeça na água, como se fosse um autobatismo.

Quando Rihanna reemerge, ela está cercada por um líquido meio 
azulado. Parece que o processo está lentamente a matando também.

Sala 6

Rihanna segue a pequena Rihanna em um salão escuro cheio de pessoas da indústria. Ela caminha em direção a uma palco que parece emitir ondas de poder invisível.

O palco é também um poderoso meio. O mesmo tipo 
de energia emitida no estúdio de gravação faz com que todo 
mundo se incline para trás em uma espécie estranha de saudação.

 Ela, então, sobe as escadas para o palco. Ela está entrando em 
um escalão superior da indústria. Os múltiplos reflexos de Rihanna
 representam a divisão da sua personalidade núcleo em personas
 feitas sob medida da indústria.

 No palco, Rihanna está pronta para o próximo estágio.

Sala 7

Rihanna entra um escritório cheio de símbolos que estão quase gritando: "elite oculta".

Dentro do escritório de mármore há um par de 
chifres de Baphomet e um busto egípcio lembrando 
as raízes da magia egípcia que elite oculta adora.

Uma mulher aponta Rihanna para a outra sala. Sobre a mesa estão duas 
cabeças com chifres (Baphomet) e uma pirâmide. Rihanna está nos gabinetes 
dos mais altos da elite, onde os seus verdadeiros símbolos estão expostos.

Rihanna é direcionada para uma sala que parece assustá-la.

Rihanna encontra uma sala dourada (que se parece com um
cofre de banco) com Braille (representando a linguagem da elite)
 cobrindo as paredes. O chão está cheio de moedas de ouro. 

Aqui, Rihanna, aparentemente, descobre as verdadeiras raízes da elite oculta - banqueiros. Sentado em uma sala cheia de ouro e dinheiro, contadores velhos vestindo viseiras antigas digitam em calculadoras antigas. Aparentemente, eles estão contando dinheiro por muito tempo.

As linhagens de elite deste mundo (ou seja, o Rothschilds, Rockerfellers, etc.) tiveram um domínio sobre o sistema bancário mundial durante séculos. Foi como eles subiram ao poder e foi como eles têm-se mantido no poder por gerações. Eles são a definição de "dinheiro antigo". Eles acumularam uma quantidade escandalosa de riqueza que precisa de uma quantidade exorbitante de contabilidade.

A pequena Rihanna, em seguida, aparece e 
passa a coroa para a Rihanna iniciada. 

Rihanna está pronta para se tornar uma "rainha Illuminati".

Depois de colocar a coroa, a sala fica escura.

Sala 8

Rihanna usa a chave que encontrou no primeiro vídeo para abrir uma porta branca.

Pessoas da indústria esperam por ela em seu quarto original.

Embora no primeiro vídeo o quarto fosse "real", agora ele se parece fake, como um estúdio de programa de TV.

 Seu quarto branco está agora cheio de areia, relembrando
 a falta de vida do deserto e o abandono. A inocente Rihanna
 em um vestido branco não existe mais.

 A Rihanna coroada encontra as crianças dualistas
 dormindo em sua cama. Quando ela deita com eles nós
 entendemos que a sua transformação oculta está completa.

Rihanna, em seguida, olha para o céu à noite.

Ela vê uma grande estrela rodeada por um círculo. 
"olho no céu" nunca vai parar de observá-la a partir de agora.

A história contada através dos vídeos mostram Rihanna passando por uma transformação oculta enquanto ela sobe em status na indústria da música. Sua jornada começa como uma menina inocente, vestida de branco. Atraída pela coroa da elite, Rihanna é sugada para dentro da máquina da indústria da música, com estúdios de alta tecnologia que emitem poder sobrenatural. Depois de sua iniciação na indústria e agora vestida toda de preto, Rihanna realiza um sacrifício de sangue e experimenta o superestrelato. Ela então entra nos escritórios dos mais altos da elite oculta e recebe a coroa que a faz "realeza" na indústria. Quando ela volta para o seu quarto original, as coisas estão diferentes. A inocência se foi. Rihanna é uma estrela, mas seu verdadeiro eu se foi. Ela agora é um produto da indústria da música.

Conclusão

Os vídeos ANTIdiaRY retratam, de uma matéria muito simbólica, o funcionamento interno da indústria da música. Eles explicam quem realmente governa a indústria e o que é exigido de estrelas para se tornarem superstars. Alcançar esse status rarefeito tem um custo: a pessoa deve desistir de um "velho eu" para abraçar uma nova persona feita sob medida da elite. Depois da destruição do eu original, a única coisa que resta é aquela persona artificialmente criada, vestida de preto que é vista em todo o mundo, mas que está praticamente morta por dentro.

Se você leu outros artigos neste site, você já deve ter percebido que esta narrativa (e os códigos de cores que a acompanham) tem sido usada ​​inúmeras vezes, em inúmeras estrelas pop jovens. A elite oculta ama expor as massas à essa narrativa, pois, diante de nossos olhos, eles estão nos dizendo exatamente como eles controlam essas estrelas e, pior ainda, como eles controlam o mundo. Infelizmente, não muito diferente da jovem Rihanna, a maior parte do mundo não entende a linguagem da elite. Como disse a própria Rihanna: "Às vezes os que têm olhos são os mais cegos."

Fonte: VC

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O Universo Oculto de David Bowie e o Significado de "Blackstar"

[ sexta-feira, 15 de janeiro de 2016 | 51 comentários ]

Em meio à morte de David Bowie, seu último álbum, "Blackstar", é o seu último canto, um fechamento enigmático para uma carreira pontuada por alter-egos de outro mundo e simbolismo esotérico. Nós iremos analisar o significado de "Blackstar" no contexto da carreira de David Bowie.

Poucos artistas podem se vangloriar de uma longevidade como a de David Bowie na indústria da música, visto que sua carreira se estendeu por mais de cinco décadas e produziu 28 álbuns. Ao longo das décadas, Bowie migrou de um gênero musical a outro, e até mesmo de uma persona para outra, mas uma constante permaneceu: uma que estava cercada por uma aura sobrenatural.

Por meio de seu trabalho, Bowie se transformou em um "mestre ascensionado" da música, uma figura meio gnóstica-cristã, que alcançou um elevado nível de iluminação e que procurou transmitir uma mensagem codificada para a humanidade. Embora muitas das excentricidades de Bowie pudessem ser atribuídas às drogas e ao rock and roll, não se pode pintar um quadro completo do artista sem mencionar sua obsessão mais duradoura: o ocultismo ocidental.


David Bowie, nascido como David Robert Jones em 1947, é visto por alguns como uma espécie de "Homem Renascentista", cuja 'universalidade' professa é uma tentativa de mostrar o ápice da evolução por remontar as peças fragmentárias da nossa sociedade. Assim, ele se assemelha a muitos ocultistas.

No entanto, ao contrário da maioria dos ocultistas, Bowie tem riqueza considerável, aclamação crítica, inteligência penetrante e boa aparência duradoura; ele parece estar pronto para atingir alturas e realizações ainda maiores. Qual será a próxima, divindade? Há um elemento de Fausto/Mefistófeles aqui. De que outra forma se pode explicar o auge absoluto da trajetória mundana desse homem? Na verdade, há pessoas que estão convencidas de que seu sucesso gigantesco não existe sem algum tipo de assistência de outro mundo. (...)

No entanto, não se pode ignorar que Bowie construiu sua persona pública de várias peças do quebra-cabeça que são as raízes do ocultismo moderno. Ele estava invocando algumas dessas peças na mais tenra idade de 16 anos. 

 - Peter R. Koenig, The Laughing Gnostic - David Bowie and the Occult


Ao longo de sua carreira, Bowie muitas vezes se transformou em um mero recipiente vazio, visto que ele emprestava seu corpo a várias personas que falavam por ele, muitas vezes comunicando mensagens de profundo significado oculto.

O último álbum de Bowie, "Blackstar", não é exceção. Na verdade, ele é um capítulo final "meticulosamente planejado"  para o "Livro de Bowie", que confirma o verdadeiro significado de sua obra e a inspiração oculta por trás dele. Portanto, para compreender "Blackstar", é preciso primeiro entender algumas de suas imagens mais icônicas.

Bowie Oculto

Se tivéssemos de escolher uma frase que adequadamente resumisse o David Bowie oculto, ela provavelmente seria esta:


Eu estou mais perto da Golden Dawn
Imerso no uniforme de Crowley
Eu não sou um profeta ou um homem da idade da pedra
Apenas um mortal com potencial de um super-homem

- Quicksand


Nessas quatro linhas, Bowie revela a fonte de sua visão de mundo esotérica: a sociedade secreta Golden Dawn.


"A Golden Dawn era uma sociedade secreta mágica, uma coroa de glória do renascimento do ocultismo que floresceu no final do século 19 e ensinou uma mistura única de misticismo judaico (chamado Cabala, que também pode ser encontrada no simbolismo de Bowie), viagem astral, magia, yoga, (também praticado por Bowie) e como se comunicar com os anjos e demônios. Para essa última comunhão, é primeiro necessário esvaziar a mente, para dar espaço para o desconhecido entrar - algo que tem uma forte semelhança com o método de Bowie de escrever letras."

- Ibid.


Quando Bowie afirma que ele está "imerso no uniforme de Crowley", ele está se referindo a Aleister Crowley, o ocultista britânico dos século 20 que era um membro da Golden Dawn e um dos fundadores da OTO (Ordo Templi Orientis). Ele foi conhecido principalmente pelo seu trabalho nos reinos de Magia Sexual, Magia Negra e sua filosofia, a Thelema (leia o meu artigo completo sobre Crowley aqui).


As técnicas de Magia tornaram-se popularizadas através dos escritos de Aleister Crowley, que foi uma vez membro da Golden Dawn, e mais tarde da Ordo Templi Orientis (OTO), que estava (e ainda está) profundamente envolvida com a magia sexual. A percepção pública tanto da Golden Dawn quanto da Ordo Templi Orientis são organizações pseudo-maçônicas, onde o aspirante (ou membro) passa por estágios de iniciação cerimonial vestindo trajes semi-egípcios - similares ao que Bowie usava para uma sessão de fotos com Brian Ward em 1971.

- Ibid.


Aleister Crowley (esquerda) e David Bowie (à direita) 
na parte interna da versão em CD de "Space Oddity".

Em 1976, Bowie declarou:


"Meu interesse principal era na Cabala e no Crowleyísmo. Aquele completamente sombrio e bastante temível mundo dos mortos do lado errado do cérebro".

- David Bowie, de "Bowie em Bowie: Entrevistas e Encontros com David Bowie" por Sean Egan


Em uma entrevista de 1983, Bowie acrescentou:


"Eu tinha mais que um interesse passageiro em egiptologia, no misticismo e na Cabala. No momento em que parecia transparentemente óbvio qual era a resposta para a vida. Toda a minha vida seria transformada neste mundo de fantasia niilista bizarro de desgraça iminente, personagens mitológicos e totalitarismo iminente."

- David Bowie, Musician,  maio de 1983


Considerando a importância do ocultismo na vida de Bowie, as personas mais emblemáticas de sua carreira assumiram um nível adicional de significado, um nível que é reforçado em "Blackstar".

Major Tom

Em 1969, Bowie lançou "Space Oddity", um single que foi inteligentemente lançado apenas nove dias antes da aterrissagem lunar da Apollo II, tornando-se o tema não oficial desse evento histórico. A canção introduziu Major Tom, um astronauta que foi lançado no espaço e cujo destino final permaneceu incerto. A canção de fato termina com as palavras:


Aqui estou flutuando em volta da minha lata
Muito acima da Lua
Planeta Terra é azul
E não há nada que eu possa fazer

- Space Oddity


Em um nível esotérico, Major Tom representa a ascensão dos mortais em direção à divindade - uma interpretação que é aparentemente confirmada no vídeo de 2015 para a música "Blackstar".

Em 1972, Bowie introduziu um novo alter-ego que, ao invés, desce à terra dos céus.

Ziggy Stardust

As duas formas de Ziggy Stardust. Na esquerda ele enfatiza o sinal 
do "um olho" (do álbum Alladin Sane) e a outra enfatiza a glândula 
pineal, também conhecida como o terceiro olho (da The Rise
 and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders of Mars).

Para seu quinto álbum, Bowie lançou o alter-ego Ziggy Stardust, uma estrela do rock alienígena andrógina que foi enviada pelo "Infinitos" para anunciar a vinda dos "Starmen" para a Terra.


Na performance visionária de Bowie, a civilização estava desmoronando e os 'Infinitos" chegariam. Ziggy Stardust foi enviado para anunciar a vinda desses 'starmen' trazendo esperança. Ziggy é seu profeta, o messias que se leva para alturas espirituais incríveis, e é mantido vivo pela devoção de seus discípulos. Quando os Starmen finalmente chegarem, eles pegarão pedaços de Ziggy para que eles possam manifestar-se como seres físicos reais. Eventualmente eles o destruirão em pedaços no palco durante a performance da música "Rock'n'Roll Suicide". No momento da morte de Ziggy, os Starmen assumiriam a sua essência, e se tornariam visíveis.

- Ibid.


Com Ziggy Stardust, Bowie encarnou o arquétipo do "deus que morre", um salvador enviado de cima, que acaba por sacrificar a sua vida.

A natureza andrógina de Ziggy Stardust representa ocultamente um estado de nível espiritual mais elevado. No ocultismo, o mais alto estágio de iluminação é alcançado através da interiorização da dualidade e o equilíbrio entre forças opostas - o bem e o mal, ativa e passiva, sexo masculino e feminino. Esse conceito é simbolicamente representado pelo hermafrodita de chifres, deus Baphomet. Ele também é representado no simbolismo alquímico como o Andrógino alquímico.

Este símbolo do Turbæ Philosophorum (1750) representa
 uma figura hermafrodita como a realização da obra-prima.
 Os princípios ativos e passivos da Natureza foram muitas 
vezes representados por figuras masculinas e femininas, 
e quando esses dois princípios foram harmoniosamente 
conjugados em qualquer uma natureza ou corpo era 
costume simbolizar esse estado de equilíbrio perfeito 
pela figura composta mostrada acima.

Ziggy Stardust também encarna a oposição dos mundos espirituais e materiais: Embora ele represente um alto nível de iluminação espiritual, ele também é uma estrela do rock bissexual, promíscua e voltada ao uso de drogas pesadas.

Ao contrário do Major Tom que subiu da terra para o céu, Ziggy Stardust desce dos "céus". Ele é um "ser superior" que toma a forma de um ser humano, a fim de comunicar uma mensagem, não muito diferente de Jesus Cristo.

Station to Station

Em 1976, Bowie lançou "Station to Station", um álbum que ele alegou mal se lembrar da gravação, principalmente devido ao uso pesado de cocaína. Ele ainda acrescentou que era o trabalho de "uma pessoa completamente diferente".


"O próprio Bowie se lembra de quase nada da produção do álbum, nem mesmo do estúdio, depois de admitir:" Eu sei que foi em Los Angeles, porque eu li que era".


Apesar desse fato, o álbum tratava de simbolismo oculto pesado. A música "Station to Station", referia-se a viajar através da Árvore da Vida Cabalística.


Aqui estamos nós
Um movimento mágico
de Kether a Malkuth

- Station to Station


"Kether" e "Malkuth" são dois dos 10 elementos da Árvore da Vida Cabalística - as partes mais altas e mais baixas, respectivamente.

Se você seguir o caminho descrito por Bowie acima, Keter 
a Malkhut descreve a descida da Divindade para o reino físico. 
tema da "descida dos céus" sempre foi o cerne do trabalho de Bowie.  

Em uma entrevista de 1997, Bowie se expande sobre o significado "mágico" da canção e como nenhuma fonte mainstream nunca falou sobre isso.


"A faixa 'Station to Station' em si está muito preocupada com as estações da cruz. Todas as referências dentro da peça têm a ver com a Cabala. É o álbum mais próximo de um tratado de magia que eu escrevi. Eu nunca li um comentário que realmente o pegasse. É um álbum extremamente escuro. Tempo miserável de se viver, devo dizer."

- Q Magazine, ChangesFiftyBowie, 1997


Na arte da capa do álbum encontramos Bowie desenhando a Árvore da Vida Cabalística:

Bowie desenhando a árvore da Vida cabalística.

Várias décadas depois, em 2015, Bowie é confrontado com sua própria mortalidade e sente a necessidade de oferecer aos fãs uma oferta final. "Blackstar" toma todos os elementos mencionados acima (e mais) para criar um drama final enigmático e ritualístico.

Blackstar

Lançado dois dias antes de sua morte, "Blackstar" é o último canto de David Bowie em que ele embrulha-se da mitologia que ele cultivou durante cinco décadas. O vídeo do mesmo nome é um amontoado de imagens sombrias. No centro de tudo: um ser humano se tornando um deus.

O vídeo começa com um astronauta morto em um planeta remoto.

É este o Major Tom? Será que estamos vendo o seu lugar de descanso final? Uma menina abre o capacete do astronauta e encontra um crânio ornamentado.

 O crânio incrustado de pedras preciosas repre-
senta a ascensão do astronauta em divindade.

O crânio é então reverenciado como algum tipo de artefato dos deuses.

A "grande sacerdotisa" guardara o crânio entre duas
 fileiras de mulheres que não conseguem parar de tremer na sua presença.

Cantado num ritmo de encantamento, a letra da primeira estrofe alude a um ritual oculto:


Na vila de Ormen, na vila de Ormen
Há uma vela solitária, ah-ah, ah-ah
No centro de tudo, no centro de tudo
Seus olhos


No vídeo, os homens e mulheres são separados, o que transmite a ideia de duas energias opostas (masculina e feminina). Ambos os grupos acabam fazendo-nos assistir a um ritual de magia sexual indireto.

De um lado, as mulheres "assumem a posição".

Por outro, os três espantalhos crucificados (que parecem ser animados 
por uma força profana), movem os quadris de uma forma sugestiva.

A combinação de magia sexual com a distorção da crucificação de Cristo dá ao vídeo uma forte direção "Crowleyiana".

Em uma entrevista, o diretor do vídeo, Johan Renck, discute Crowley.


"Bem, eu sou um grande fã Crowley, sempre fui. Eu tentei fazer um filme sobre a sua vida há alguns anos atrás, mas nós não conseguimos organizá-lo. Eu amo Crowley por ser um homem audacioso em determinado ponto no tempo. Acho que ele foi muito mal compreendido. Ele era um bom rapaz, mas ele foi retratado como um homem mau e ele não era."

- Vice News, Behind "Blackstar": uma entrevista com Johan Renck, o Diretor de David Bowie's Ten-Minute Short Film


O nome do álbum em si, "Blackstar", refere-se a um conceito oculto importante: o Sol da Meia-Noite.


"Apuleius disse ao descrever sua iniciação:" À meia-noite eu vi o sol a brilhar com uma luz esplêndida." O sol da meia-noite também foi parte do mistério da alquimia... Ele simbolizava o espírito no homem que brilha através da escuridão de seus organismos humanos. Ele também se referiu ao sol espiritual no sistema solar, o que o místico podia ver, bem como à meia-noite quanto ao meio-dia, sendo a terra material impotente para obstruir os raios desse orbe Divino. As luzes misteriosas que iluminavam os templos dos mistérios egípcios durante as horas noturnas foram ditas por alguns como reflexos do sol espiritual recolhidos pelos poderes mágicos dos sacerdotes. A luz estranha vista dez milhas abaixo da superfície da terra por EU-SOU-O-HOMEM naquela notável alegoria maçônica Etidorfa (Afrodite soletrado de trás pra frente) pode muito bem se referir ao sol da meia-noite misterioso dos antigos ritos". 

- Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages


Tendo em mente a morte iminente de Bowie, a letra da canção assume um significado muito pessoal:


Alguma coisa aconteceu no dia em que morreu
Espírito subiu um metro e afastou
Alguém tomou o seu lugar, e gritou bravamente
(Eu sou uma estrela negra, eu sou uma estrela negra) 

- Blackstar


Bowie está se referindo a sua própria morte? Ele está se referindo ao seu corpo sem espírito sendo tomado por uma "estrela negra"? Esta é mais uma alusão a Bowie sendo "tomado" por um ser misterioso, que afirma:


Eu sou o Grande Eu Sou (eu sou uma estrela negra)


"Eu Sou o que Sou" é a resposta de Deus usada na Bíblia hebraica, quando Moisés perguntou seu nome.

No vídeo, Bowie interpreta o papel de três personagens distintos.

 O "seguidor cego" com botões ao invés de olhos. 
Este personagem representa o homem simples, ignorante.

O pregador propagando o "Livro de 
Blackstar" - com seguidores estupefatos atrás dele. 

O "malandro flamboyant" que parece ter tomado conta 
do corpo envelhecido de Bowie com maneirismos excêntricos.

Por isso, o vídeo retrata as várias camadas associadas com o conhecimento oculto. Há aqueles que estão em contato direto com a sua "verdadeira fonte" enquanto as massas cegas são fascinadas por uma versão bastarda da mesma, vendida por figuras carismáticas. David Bowie indica que ele é, simultaneamente, um homem simples, cego e um iniciado oculto - um "blackstar".

Lazarus

O vídeo final de Bowie mostra o nome de uma figura bíblica significativa: Lázaro.

"A Ressurreição de Lázaro", de Rembrandt

No Novo Testamento, Lázaro morreu de uma doença e foi ressuscitado quatro dias depois por Jesus Cristo. No contexto da doença terminal de Bowie, o título Lázaro transmite a ideia da imortalidade, enquanto brinca com a ideia constante de ele ser de "um outro mundo".

No vídeo, Bowie interpreta o papel dos mesmos personagens como em "Blackstar".

No papel do "homem cego" Bowie é um ser humano 
velho que está fisicamente fraco, colocado em seu
 leito de morte e com medo do que está por vir.


Olha aqui, eu estou no céu
Eu tenho cicatrizes que não podem ser vistas
Eu tenho drama, não pode ser roubado
Todo mundo me conhece agora

- Lazarus


A partir de uma cômoda no canto da sala (possivelmente simbolizando um portal para outra dimensão), surge outro Bowie, o flamboyant, eternamente jovem Bowie.

 Este Bowie não está morrendo - ele 
até mesmo dá alguns passos de dança. 

 O traje vestido por este Bowie refere-se a uma relíquia específica de seu passado.

 Bowie usa a mesma roupa, como visto na capa de "Station to
 Station", no qual ele está desenhando a Árvore da Vida Cabalística.

Tal como indicado acima, de acordo com Bowie, esse álbum de 1976 foi escrito "por uma pessoa totalmente diferente".

Em "Lazarus", nós testemunhamos o retorno desse ser imortal.

Com maneirismos teatrais, este Bowie escreve fervorosamente,
 como se estivesse animado por uma força superior. É esta a 
fonte de inspiração de Bowie ao longo dos anos?

Em um ponto, vemos o crânio de Blackstar, o que implica
 que é este Bowie que possui o conhecimento oculto secreto.

Embora o corpo mortal de Bowie tenha sucumbido à doença física (que é o destino final de todos os seres humanos), outra parte dele vive, esse ser sobrenatural que assumiu seu corpo ao longo de sua carreira.

O vídeo termina com o Bowie oculto recuando
 de volta para o armário e fechando a porta.

Em "Lazarus", portanto Bowie despede-se do mundo físico, mas nos lembra que uma parte dele continua vivendo... aquela mesma parte dele que subiu ao espaço como Major Tom e desceu à Terra como Ziggy Stardust. Esse Bowie viaja a partir do físico para o mundo espiritual com a mesma facilidade como ele viaja de "Station to Station", através da Árvore da Vida Cabalística.

Conclusão

Embora a carreira de David Bowie tenha durado várias décadas, produzido 28 álbuns, e explorado todos os tipos de conceitos enigmáticos, um aspecto manteve-se constante: ele projetou a aura de um ser de outro mundo, aquele que realmente não pertence à Terra, que às vezes parecia ser tanto espiritualmente iluminado quanto possesso por demônios.

Seu último álbum, "Blackstar", é uma continuação direta do "mitos de Bowie". Meticulosamente planejado para transformar sua morte em uma obra de arte. "Blackstar" une vários momentos icônicos da carreira de Bowie em uma narrativa final, que confirma a extrema importância do ocultismo em seu trabalho.

"Lazarus", o presente de despedida final de Bowie, transmite uma mensagem importante: Bowie era uma vaso para algo maior, algo mais profundo, algo mais escuro, e algo mais profundo do que a maioria já percebeu. Alegando ser o "Eu sou o Grande Eu Sou", esse Ser deu a Bowie inspiração para se tornar um ícone imortal e levar seus fãs a apoiarem a declaração de que "Bowie é Deus".

Bowie foi realmente influenciado por forças ocultas invisíveis ou era simplesmente um artista brilhante com uma propensão para o teatro? Nós não temos que nos perguntar. Bowie respondeu a essa pergunta há muito tempo:


Eu estou mais perto da Golden Dawn
Imerso em uniforme de Crowley
Eu não sou um profeta ou um homem da idade da pedra
Apenas um mortal com potencial de um super-homem


Fonte: VC

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