O PLANO MESTRE - PARTE 4 - AS RAÍZES DA BABILÔNIA

"As Raízes da Babilônia" é a quarta parte da tão aguardada (e controversa) série "O Plano Mestre" (se você ainda não viu a última parte, clique aqui) Nas partes anteriores, aprendemos que há mistérios no mundo antigo que perduram até hoje e vimos também que a Terra foi provavelmente visitada por seres extradimensionais, que teriam feito contato com os seres humanos, ensinando-lhes conhecimento avançado e formando alianças. Nesta parte da série, abordaremos a Babilônia como o grande marco nas atividades dessas entidades com os seres humanos. LEIA O RESTANTE AQUI
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Kesha processa Produtor/Manipulador Dr. Luke por Abuso que quase a levou à Morte

[ quarta-feira, 15 de outubro de 2014 | 3 comentários ]

Depois de várias tentativas de se libertar de Dr. Luke, Kesha, finalmente, entrou em uma grande ação judicial contra o produtor, acusando-o de abuso sexual, físico e mental. A ação também descreve como Dr. Luke controlava sua vida desde que ela tinha 18 anos. 

Kesha, que recentemente tirou o $ do seu nome, foi mencionada várias vezes no KIP, devido ao fato de ela ser um dos peões mais evidentes da indústria da música MK. O exemplo mais óbvio é o vídeo "Die Young" (veja artigo sobre isso aqui), que estava repleto de simbolismo Illuminati e atado com uma mensagem doentia, sendo lançado pouco antes do tiroteio em Sandy Hook.

Embora ela ainda estivesse firmemente sob o controle de Dr. Luke, Kesha mostrou sinais de querer "acordar" e assumir o controle de sua carreira. Após o lançamento de "Die Young", Kesha foi para o Twitter e afirmou que foi forçada a gravar essa canção


Dr. Luke é atualmente uma figura de destaque na indústria da música visto que ele produziu faixas para nomes como Katy Perry, Britney Spears, Jessie J, Nicki Minaj, Rihanna e muitas outras estrelas da música pop. Alguns de seus singles foram analisados ​​neste site como o de Britney Hold It Against Me, de Jessie J, Price Tag e Part of Me, de Katy Perry. Em suma, ele é uma das pessoas que diz aos fantoches da indústria o que cantar - e o que eles cantam é parte de uma agenda.

Em 2012-2013, Kesha gravou uma canção chamada "Dancing With the Devil" (Dançando com o diabo), que descreve bem sua relação com o manipulador Dr. Luke e com a indústria da música em geral. Aqui está parte da letra. 


Eu continuo dançando com o diabo
Eu continuo dançando com o diabo
Eu vendi minha alma à morte
e ao glamour
E não há como voltar atrás
Eu continuo dançando com o diabo

Você e eu fizemos um acordo
Eu era jovem e a merda se tornou real
Espancada desde o inferno e de volta

Seu amor é feito de ouro sujo
Mas eu sou a única que é muito mais
Então vá em frente e pegue minha mão

Eu continuo dançando com o diabo
Eu continuo dançando com o diabo
Eu vendi minha alma à morte
e ao glamour
E não há como voltar atrás
Eu continuo dançando com o diabo

Como você pode ver, as letras transmitem uma sensação de impotência para uma indústria que ela descreve como "o diabo". Quando se olha para o processo contra Dr. Luke, pode-se definitivamente entender o que ela quer dizer. É um passo corajoso que raramente é dado na indústria da música.
 
Ação Judicial
  A primeira página de um longo documento judicial de 24 páginas.

A ação descreve uma típica relação escravo-manipulador MK, que começou em uma idade jovem e foi marcada com o abuso constante, drogas que alteram a mente e total controle sobre sua vida. A introdução do processo afirma:


"Aos dezoito anos, a Srta. Sebert foi induzida pelo requerido LUKASZ SEBASTIAN GOTTWALD ("Dr. Luke"), um produtor musical de sucesso, a sair da escola, deixar para trás sua família, casa e vida em Nashville, Tennesse, e vir a Los Angeles para prosseguir uma carreira glamourosa na indústria da música. Nos últimos dez anos, Dr. Luke tem agredido sexualmente, fisicamente  verbalmente e emocionalmente Srta. Sebert ao ponto de Srta. Sebert quase perder a vida. Dr. Luke abusou de Srta. Sebert, a fim de destruir a sua auto-confiança, auto-imagem e auto-estima para que ele pudesse manter o controle total sobre sua vida e carreira".
 

O processo fornece detalhes perturbadores sobre o abuso sofrido por Kesha.


Srta. Sebert tomou os comprimidos e acordou na tarde seguinte, nua na cama de Dr. Luke, ferida e doente, sem nenhuma memória de como ela chegou lá. Srta. Sebert imediatamente ligou para sua mãe e fez uma 'queixa nova', dizendo-lhe que ela estava nua em um quarto de hotel de Dr. Luke, ela não sabia onde as roupas estavam, que o Dr. Luke havia a estuprado e que ela precisava ir para a sala de emergência. (...)
 

A ação também alega que, em um ponto, Dr. Luke a fez cheirar uma substância antes de embarcar em um avião e, no voo, agrediu-a, enquanto ela estava drogada. O documento também descreve o domínio psicológico que Dr. Luke tinha sobre Kesha.
 

Dr. Luke repetidamente ameaçou que se ela contasse a alguém sobre esses incidentes abusivos, destruiria ambas Srta. Sebert e toda a sua família. (...) "Ele dizia a Srta. Sebert que ela não era nada, mas seu peão, e se ela não obedecesse às suas ordens, ele iria acabar com sua carreira".
 

 A ação alega, por último, que os médicos de Kesha:
 

"Concluíram que Dr. Luke tinha abusado fisicamente e psicologicamente de Srta. Sebert ao ponto de se esse contato continuasse seria 'fatal' para Srta. Sebert."
 

Esse é apenas um vislumbre do abuso, controle e manipulação que se passa na indústria do entretenimento. Então, julgue você mesmo quando Kesha e outros artistas andarem por aí assim:
 
 Kesha completamente coberta pelo símbolo
Illuminati do "um olho" + "um olho" em sua mão.

...não é porque é "legal". É uma forma doentia de nos dizer que ela é uma escrava da indústria Illuminati e que ela é "controlada por eles." Vamos esperar que ela seja capaz de se libertar, de alguma forma, da sua "dança com o diabo".

Fonte: VC

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Chris Brown diz que Ebola é Uma Forma de Controle Populacional

[ segunda-feira, 13 de outubro de 2014 | 9 comentários ]

De vez em quando "os artistas erram" e falam alguma verdade. Desta vez, foi Chris Brown que foi notícia ao falar mais do que devia. O cantor compartilhou em seu Twitter nesta última segunda-feira suas ideias sobre a crise do Ebola, o vírus mortal que já matou milhares de pessoas na África e ameaça ganhar as mesmas proporções no ocidente. O artista sugeriu que o Ebola não é uma doença natural e que a "pandemia" teria sido deliberadamente fabricada para combater a população mundial ascendente.

Já discutimos neste site que um dos planos da elite oculta é reduzir drasticamente o número de pessoas no planeta, talvez para meio bilhão de pessoas, como é mencionado nas Pedras Guias da Geórgia (veja artigo aqui), e, para tanto, uma epidemia seria um prato cheio para que consigam cumprir sua meta. Após o comentário de Chris Brown, aquilo que era assunto de "teóricos da conspiração malucos" ganhou um pouco de credibilidade, visto que até mesmo artistas como ele estão falando dessas teorias. 

Em um breve tweet, Chris Brown sugere que a epidemia 
do Ebola seria uma forma de controle populacional.

Logo depois, ele escreve que prefere manter-se calado.

É claro que com esses comentários, a mídia "voaria" em cima do artista em minutos. Será que Chris Brown sabe de alguma coisa ou é apenas seu mero palpite? Está ele tentando abrir nossos olhos? Ou será mesmo que ele "enlouqueceu"? Talvez seja nenhuma dessas alternativas. Não é necessário ser um Chris Brown para suspeitar que o Ebola pode estar sendo usado como uma ferramenta na redução populacional, especialmente para aqueles que conhecem há muito tempo os planos da elite oculta. Por décadas, os EUA têm feito sua população de cobaias testando uma variedade de armas químicas, biológicas e radiológicas, as guerras americanas mataram milhares de civis até hoje e já assistimos a inúmeros ataques de falsa bandeira, portanto, a ameaça do Ebola não deveria vir como uma surpresa. 

Talvez o objetivo com a crise do Ebola nem seja ainda a tão sonhada redução populacional. Existe um detalhe bastante importante nessa história toda. É pouco sabido que os americanos detêm a patente do vírus Ebola. Por que eles patentearam o Ebola? Porque com o aumento da crise, isso permitirá que eles lucrem com os tratamentos. Eu não ficaria surpreso se o governo americano surgisse com uma vacina contra a doença. As indústrias farmacêuticas iriam lucrar bastante com isso. Notícia quente: as pesquisas em vacina contra o Ebola já estão em progresso.

A empresa canadense Tekmira Pharmaceuticals Corporation está desenvolvendo uma vacina para o Ebola em um projeto de 140 milhões de dólares, financiado pelo Departamento de Defesa Americana. Dave Mihalovic, do Prevent Disease, acha surpreendente a rapidez com que as pesquisas no desenvolvimento dessa vacina têm levado.


O aspecto mais fascinante do processo de fabricação da vacina Ebola é a rapidez com que eles trouxeram para a fase de ensaios. É praticamente impossível para os fabricantes de vacinas produzir e entregar estas drogas na linha do tempo que eles propuseram. Isso normalmente leva vários anos a partir do ponto do desenvolvimento de vacinas iniciais para testes clínicos em humanos, um processo que os fabricantes afirmam está sendo feito em semanas e meses. A única maneira seria possível era através de anos de planejamento e compras.


 Humm, será que os EUA já estavam desenvolvendo essa vacina há muito tempo? Não sei, mas, infelizmente, o governo americano pode forçar a população a tomá-la. Ao declarar uma emergência nacional, eles podem fazer cumprir as leis concebidas para lidar com pandemias mortais e trazer programas de vacinação obrigatória. E o que haverá dentro da vacina? Impossível de saber!

Então, Sr. Chris Brown, seu comentário não está tão longe da realidade. Será que você sugere mais alguma coisa?

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Filme "Noé" - Um Conto Reescrito para Empurrar Uma Agenda

[ domingo, 12 de outubro de 2014 | 6 comentários ]

Desde o seu lançamento no início de 2014, o filme de grande orçamento "Noé" causou polêmica por não estar biblicamente correto. Se fosse apenas isso estaria tudo bem, mas o filme faz mais do que tomar liberdades com a Bíblia: "Noé" empurra mensagens que nada têm a ver com ela. Essas mensagens são, na verdade, políticas e vêm diretamente da elite mundial. A mensagem principal? A humanidade precisa ser limpa... de novo. 

Ao longo de sua carreira de criação do filme, Darren Aronofsky criou alguns filmes controversos com poderosas mensagens subjacentes (veja o artigo sobre o filme Cisne Negro aqui). Nenhuma de sua obra pode ser considerada "idiota" e, apesar do que dizem os críticos, "Noé" não é um filme idiota qualquer. Claro, ele contém monstros gigantes de pedra, bazucas primitivas e Noé matando um bando de pobres almas, mas o filme é inteligente o suficiente para comunicar eficazmente várias de suas principais mensagens, distorcendo um dos contos mais antigos do mundo para empurrar uma agenda que é bem 2014.

Enquanto muitos espectadores ficaram chateados sobre as muitas liberdades tomadas nesse recontar da Arca de Noé - um conto que existe na literatura judaica, cristã e muçulmana - as mensagens adicionadas à história foram ainda mais perturbadoras. "Noé" reformatou esse conto antigo para descrever a premissa básica de uma nova religião, que foi empurrada sobre as massas durante anos. Baseada em uma Agenda de longo prazo da elite de despovoar drasticamente a Terra, essa nova religião é sobre o ambientalismo radical, a desvalorização (e até mesmo ódio) da vida humana, e o novo alinhamento da moralidade para um novo eixo. 

Através de sua narrativa estranha, o filme transforma o conto da Arca de Noé em uma aventura absurda e preocupante que leva os espectadores a se perguntarem: Por que Deus é tão mau? E por que Noé tão idiota? Quando a esposa de Noé pergunta se "o Criador" (esse é o nome de Deus no filme) vai ajudá-los a sobreviver, a resposta de Noé é quase cômica, como se estivesse descrevendo um super-vilão:


"Ele vai destruir o mundo".
 

Embora a Bíblia explique que o Dilúvio foi causado por uma misteriosa raça de gigantes que corrompeu e "infectou" a humanidade, o filme não vai por esse caminho. Em vez disso, ele nos diz repetidamente que os seres humanos são maus e merecem morrer. 

Formatado para Hoje

Antes de entrar na história real, eu preciso apontar um detalhe que é aparentemente trivial, mas que diz muito sobre o verdadeiro objetivo do filme: Por que todos estão vestidos como se tivessem comprado suas roupas na primeira loja Zara do mundo? 

  Mesmo que ele viva em uma terra onde Judas perdeu as botas (sem equipamentos de
 costura à vista), Noé sempre encontra uma maneira de se parecer muito elegante. Se ele
 está usando um belo casaco com botões elegantes, mochilas com todos os tipos de alças e 
bolsos, polos sexy ou calças que estranhamente se parecem com calças jeans, Noé não é 
a figura bíblica típica que vestia aqueles roupões. Ele realmente se parece com um
 hipster indo ao Starbucks. Até sua esposa se parece muito moderna, com suas 
roupas muito bem desenhadas, blusas e calças legais e bem elegantes. 

Esses equipamentos feitos para a plateia de 2014 basicamente nos dizem que "Noé" não é sobre a Bíblia - é sobre hoje. É uma mensagem diretamente da elite para a humanidade de agora.

Embora a premissa de "Noé" seja baseada na história bíblica do livro de Gênesis, os criadores inventaram personagens, subtramas, símbolos, imagens e mensagens para reformular completamente o conto, dando-lhe um significado distorcido, perturbador e totalmente "não espiritual". Mesmo se alguém assistir ao filme esperando uma "releitura criativa" da Arca de Noé, é difícil não ser perturbado pela tangente sangrenta, violenta e quase psicopática feita pelo personagem principal. Quero dizer, Noé realmente mata um monte de gente no filme! Como pode isso fazer sentido no contexto divino da história? Bem, na verdade, faz sentido... quando entendemos que o filme é feito para vender uma nova religião ditada pela elite mundial composta de valores que ela quer que as massas adotem. Um desses valores é que a vida humana é um câncer da Terra que tem que ser eliminado. Em outras palavras, eles querem que os seres humanos acreditem sinceramente que eles são maus para justificar o despovoamento. Claro que, como o filme nos diz, a maioria dos seres humanos morrem... exceto os da linhagem escolhida. E é isso que a elite quer que pensemos. Nós todos devemos morrer para salvar a Terra ... a não ser eles. 

"Noé" é muito semelhante a outro filme analisado aqui, "2012". Como dissemos nesse artigo, "2012" é um filme de catástrofe que é, essencialmente, sobre os ricos e poderosos (a elite) sobrevivendo a um dilúvio gigantesco, enquanto todo mundo morre. O filme estava cheio de referências ao conto da Arca de Noé e até mesmo mostra helicópteros transportando vários animais para navios gigantes. Os cartazes do filme "Noé" e "2012" também são muito semelhantes. 

"Noé" e "2012" contam a mesma história, mas em diferentes períodos de tempo. 
O resultado é o mesmo: As massas morrem enquanto os "poucos escolhidos" 
sobrevivem. Parece que a elite oculta adora muito a história da Arca de Noé.

"Noé" é, portanto, uma reconstituição de uma história bíblica para se ajustar à Agenda  continuamente sendo empurrada pela elite... e como de costume, a Agenda é bastante perturbadora. Ela promove a ideia de despovoar a Terra maciçamente e vende isso como uma missão ecológica. Ambientalismo extremo é a nova religião vendida para as massas através do medo.

Essa religião não é só promovida em obras de ficção, ela é encontrada em monumentos da vida real. As Pedras Guias da Geórgia é um conjunto gigantesco de pedras (apelidadas de Stonehenge da América), nas quais estão estabelecidos os dez novos mandamentos. 

 O primeiro "mandamento" das Pedras Guias: "Manter a humanidade sob 
500.000.000 em perpétuo equilíbrio com a natureza". Das 7 bilhões de pessoas na 
Terra, hoje, 93% da humanidade precisaria morrer para chegar a 500 milhões. 

No artigo em que menciono sobre as Pedras Guias, disse que elas foram construídas por membros de sociedades secretas ocultistas. O último mandamento das pedras resume a mensagem principal do filme "Noé":


"Não seja um câncer na Terra - deixe espaço para a natureza - deixe espaço para a natureza".
 

Em Noé, explica-se que a humanidade precisa ser extinta porque é um desrespeito com a natureza. Isso não é o que é dito na Bíblia, mas essa é a mensagem que o filme (e a elite) quer que você absorva.

Difamando a Humanidade para justificar o Despovoamento

Desde as primeiras cenas do filme, Noé (vestido com sua roupa da Zara) fala com seus filhos sobre conceitos ambientais graves, que foram provavelmente a última coisa na mente das pessoas nesses tempos antigos. Quando o filho de Noé vê uma flor bonita e tenta pegá-la, Noé salta para parar a destruição sem sentido.

  Noé diz a seu filho "Você vê como as flores são coladas ao chão? 
É onde elas deveriam estar. Elas têm um propósito. "Ummm, Noé...
que tal você relaxar sobre essa flor? 

Aquela pequena cena anuncia uma marca um pouco exagerada de Noé sobre ambientalismo. Um pouco mais tarde, Noé vê "homens" (um termo pejorativo no filme) caçando um animal, a fim de comê-lo. Noé corre para resgatar o animal e esfaqueia um dos homens na perna. Ele, então, chama seu ato de violência de "justiça". Sim, Noé é, aparentemente, um vegetariano extremo que apunhala as pessoas que comem carne. 

Quando o filho de Noé perguntar-lhe por que esses homens maus acreditam que comer carne lhes dá força, ele responde:


 "Eles esquecem que a força vem do Criador".
 

Isso, naturalmente, não é encontrado na Bíblia. Faz parte da mensagem do filme que basicamente diz "Animais > Seres humanos". Durante todo o filme, Noé se refere aos animais como "inocentes", enquanto os seres humanos são vistos como a escória que merece morrer. Noé no entanto parece esquecer que muitos animais são animais carnívoros que gastam uma grande quantidade de tempo caçando e devorando outros animais. Isso é como a natureza funciona.

  Noé tem um sonho em que todos os seres humanos morrem em afogamento,
 mas os animais nadam para a superfície. Ele odeia os humanos.

Em um ponto Noé diz a seus filhos: 

 
 - Fomos escolhidos para salvar os inocentes. Os animais.
 - Por que eles são inocentes?
 - Porque eles ainda vivem como viviam no jardim.


Durante todo o filme, Noé, o "herói do filme" exibe ódio absoluto pela a humanidade e a evita a todo o custo. Toda vez que ele vê "homens" ou estruturas criadas pelo homem, ele se torna imediatamente preocupado. 

Distorcendo a parte bíblica sobre os Gigantes

Para reforçar ainda mais a sua mensagem anti-humanidade, o filme distorce e contorce significativamente passagens bíblicas sobre uma  misteriosa raça chamada de Gigantes, encontrados no livro de Gênesis. Na Bíblia, os Gigantes são descendentes de um grupo de 200 "filhos de Deus" que desceram à Terra para se misturarem com os humanos. É dito que eles teriam ensinado humanos habilidades avançadas, tais como a metalurgia, cosméticos, feitiçaria, astrologia, astronomia e meteorologia. Visto que os Gigantes também desobedeceram a Deus, eles foram chamados igualmente de anjos caídos. (Nota interessante: Lúcifer também é referido como um anjo caído e é dito ter trazido conhecimento proibido para os homens).

 Noé é auxiliado por um grupo de grandes monstros feitos de rocha 
chamado de Gigantes. Muitos espectadores ficaram estarrecidos com 
essa fantasia do tipo "O Senhor dos Anéis".

No livro de Gênesis, é dito que os Gigantes (também chamados de Néfilins) eram uma raça híbrida de filhos de Deus com as fêmeas humanas.

 
E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. [...] Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.
- Gênesis 6: 1-4


Os Néfilins são descritos na Bíblia (e outros textos apócrifos) como uma raça de gigantes que viveram entre os humanos. Eles mais tarde se tornaram uma presença destrutiva e disseram ter consumido "todas as aquisições dos homens". Para se livrar desses seres da Terra (junto com os seres humanos que se misturaram com eles) Deus fez o Grande Dilúvio. 

Por conseguinte, a Bíblia descreve os Gigantes como uma das principais causas da corrupção da humanidade. O filme no entanto retrata exatamente o oposto. Em "Noé", o Gigantes são descritos como professores mansos que vieram para ajudar os seres humanos, mas em última análise, se tornaram vítimas da crueldade da humanidade. Mais tarde, os Gigantes realmente ajudam Noé a construir a Arca! Em suma, o filme inverte partes importantes da Bíblia para dizer que a humanidade é a única responsável pela sua morte, porque ela evoluiu para um estado em que não há mais conserto. O filme também deixa claro que sua mensagem anti-humanidade ainda é aplicável hoje. 

Em uma parte significativa do filme, Noé diz a sua família sobre a "primeira história que ele ouviu falar". Ela começa com a primeira linha da Bíblia: "No princípio, houve luz", mas, em seguida, se transforma em um discurso sombrio sobre os males da humanidade. 

 A história de Noé sobre a humanidade é intercalada com imagens de soldados 
modernos matando homens. Esta é uma forma bastante clara de nos dizer que o 
desejo de Noé de livrar a Terra da humanidade ainda se aplica hoje.

Por isso, o filme leva o espectador a concluir que não há esperança para a humanidade e despovoamento maciço não é, portanto, uma catástrofe horrível, mas uma necessidade de "processo de limpeza". O próprio Noé diz: 


"O fogo consome tudo. Água limpa. Ela separa o sujo do puro. Os ímpios do inocente. E o que afunda daquele que sobe. Ela destrói tudo, mas apenas para começar de novo."
 

Esta linha não é da Bíblia. Ela vem das mentes dos psicopatas que querem despovoar a Terra e descrevem isso como um "processo de limpeza". O despovoamento é bom. A morte é igual a limpeza. 

No final, Noé percebe que nem toda a humanidade precisa morrer depois do dilúvio: Sua família sobrevive. E aí reside uma outra mensagem importante do filme: O despovoamento não se aplica a toda a humanidade. Ele só se aplica àqueles que não fazem parte da linhagem "escolhida". Esse é o tipo de mensagem que a elite oculta quer que você assimile, porque eles acreditam que são a linhagem escolhida.

É Sobre Linhagem Sanguínea

Alerta de spoiler: Noé e sua família sobrevivem ao Dilúvio. Mas ninguém mais. Desde o início do filme, somos informados de que a sobrevivência da humanidade deve passar por uma linhagem específica. Os espectadores imediatamente sabem que Noé descende de Sete, enquanto os caras ruins descendem de Caim - um fato que aparentemente é muito importante. 

  Em uma das primeiras cenas do filme, vemos um jovem Noé recebendo seu 
direito de primogenitura por seu pai. Parte do braço do pai de Noé é a pele da ser-
pente do Jardim do Éden, que representa a continuação da linhagem de Adão.

 Noé, em seguida, toca o dedo de seu pai, que é iluminado pela pele 
da cobra. Essa cena "mágica" representa a passagem da linhagem 
"escolhida" de uma geração para outra.

É claro que nada disso é mencionado na Bíblia. É uma das muitas invenções adicionadas para aprofundar a história e dar-lhe um ângulo específico: Deus favorece uma linhagem específica.

Mais tarde no filme, o pai de Noé, Matusalém, é retratado como um ser solitário, mas sobrenatural que magicamente orienta Noé através do plano do Criador. Embora Matusalém nunca tenha sido mencionado na Bíblia como tendo um papel na construção da Arca, essa adição fortalece a ideia da linhagem.

Existem outras adições estranhas "não-bíblicas" para o filme que, finalmente, nos fazem pensar que Noé não é um "homem de Deus", mas um idiota que só quer ver sua linhagem sobreviver. Por exemplo: Noé realmente mata um monte de gente. 

  Quando os seres humanos tentam chegar à Arca, Noé fica com raiva e começa
 a matar um monte de gente, cortando-lhes a cabeça e as espetando. 

 Nós até mesmo vemos os Gigantes chutando e pisoteando os seres 
humanos como se fossem baratas. E esses são os "mocinhos".
 
Em outra cena (completamente inventada) angustiante, Noé propositadamente permite que a namorada de seu filho seja pisoteada até a morte por centenas de pessoas.

 Embora Ham tivesse garantido a seu pai que ela era uma 
menina "boa e inocente", ele a deixa morrer uma morte horrível.

Como pode um homem que supostamente é escolhido pelo Criador permitir a morte de uma menina inocente? Por que isso foi adicionado no filme? Porque o filme está continuamente comunicando uma mensagem: se ela era boa ou não é irrelevante. A garota não fazia parte da linhagem. Portanto, ela deve morrer. Não se trata de ser uma boa pessoa. É de quem você descende que importa. 

Depois do dilúvio, Noé se transforma em um perturbado, depressivo e psicopata. Quando ele descobre que sua nora está grávida, ele está convencido de que ele deve matar a menina para se certificar de que a humanidade não se reproduza.

  Em outra cena que nunca esteve na Bíblia, Noé segura
 uma faca no rosto de sua neta, a fim de matá-la. 

Noé porém percebe algo incrível: Ele não sente vontade de esfaquear a própria neta na cara. Embora ele a princípio acreditasse que tinha deixado o Criador triste por não matar a garota, Noé finalmente descobre que ele fez a coisa certa ao ter "misericórdia". Mas o que dizer dos inúmeros seres humanos que ele matou? Não houve qualquer misericórdia para eles? Não, porque eles não faziam parte da linhagem. O Criador permitiu que Noé matasse as pessoas visto que elas não eram "escolhidas". Aliás, é isso que a elite ocultista acredita. 

  O filme termina do jeito que começou: com um juramento 
sagrado para a mais recente adição à linhagem sanguínea.

O filme retrata a busca "divina" de Noé como um processo cruel e violento levado a cabo por um homem que não pára de se transformar em um psicopata. Enquanto na Arca, sua própria família começa a ressentir-se dele visto que ele é obcecado com o fato de que todo mundo precisa morrer. Enquanto ele está apenas seguindo ordens do Criador, ele parece estar animado por um profundo ódio enraizado da humanidade, o que deixa os espectadores com uma sensação de "profanidade". Há, porém, um personagem que contrabalança a doutrina de Noé de "fazer do meu jeito, ou então..": esse personagem é Tubalcaim .

Tubalcaim: O Outro Caminho 

  Tubalcaim é o "vilão" do filme e descende de Caim 
(ao contrário de Noé, que descende de Sete). 

Tubalcaim  é o "líder dos seres humanos", e, portanto, inimigo mortal de Noé. Embora Tubacaim seja o "vilão", ele é, ironicamente, o personagem que diz que as frases mais atenciosas e sensíveis, o que faz os espectadores a se identificar um pouco com ele. Ao contrário de Noé, ele não se envergonha do ser humano e se orgulha das realizações da humanidade. Além disso, ele se sente um pouco abandonado pelo Criador, que deixou a sua espécie vagar por uma terra desolada. Ele procura emancipar-se do domínio do Criador através dos seus próprios meios. Nesse sentido, ele é um representante de um ponto de vista gnóstico que enxerga o Criador um demiurgo - um deus menor que aprisionou a humanidade em um mundo material. É por isso que Deus é chamado de "o Criador" no filme. Refere-se ao conceito gnóstico de demiurgo, o criador malévolo do mundo material.

Tubalcaim é brevemente mencionado na Bíblia como um "forjador de todos os instrumentos de bronze e ferro" e um "instrutor de cada artesão em bronze e ferro". No entanto, ele nunca é mencionado na história do Grande Dilúvio e não tem nenhuma ligação com Noé. Então, por que os criadores do filme escolheram esse personagem bíblico obscuro para se tornar um arqui-inimigo de Noé? Porque, embora Tubalcaim seja uma figura obscura na Bíblia, ele é uma figura extremamente importante na Escola de Mistérios gnóstica mais difundida na Terra: a Maçonaria. 

  Um emblema maçônico que descreve duas bolas
 e uma bengala. Um código para... Tubalcaim.

Não diferente de Hiram Abiff (a figura de destaque na tradição e ritual maçônico), Tubalcaim é uma figura bíblica obscura que assume uma grande importância em ensinamentos esotéricos. Como um fabricante proficiente de armas, ele representa o potencial da humanidade para construir o seu próprio poder - sem o Criador. Várias fontes maçônicas descrevem o significado esotérico de Tubalcaim. 


Ele foi o inventor das ferramentas de ponto e introduziu muitas artes na sociedade que tendiam para a sua melhoria e civilização. Tubalcaim é o Vulcano dos pagãos, e é pensado ter sido intimamente ligada com a Maçonaria antiga. Faber diz que "todos os edifícios antigos mais notáveis ​​da Grécia, Egito e Ásia Menor, foram atribuídos a Cabirean ou maçons ciclópicos," os descendentes de Vulcan, Dhu Balcan, o deus Balcan, ou Tubalcaim. Oliver diz: "depois, Tubalcaim, sob o nome de Vulcan e seus Cyclops, figurou como trabalhadores em metais e inventores dos mistérios; e, portanto, é provável que ele era o Hierofante de uma instituição semelhante em sua época, copiada do sistema anterior de Sete, e aplicada para a melhoria dos sistemas mais adaptados às atividades físicas da raça a que pertencia. 

Por estas razões Tubalcaim foi consagrado entre os maçons dos dias atuais como um irmão mais antigo. Sua introdução das artes da civilização deram o primeiro valor a propriedade. Tubalcaim tem sido considerado entre os maçons um símbolo de posses mundanas.
 - Albert Mackey, "A Lexicon of Freemasonry"

 
Em Manly P. Hall, em "The Lost Keys of Freemasonry", Tubalcaim é descrito como o "patriarca" dos maçons. 


O dia chegou quando colegas de ofício devem conhecer e aplicar os seus conhecimentos. A chave perdida para seu grau é o domínio da emoção, o que coloca a energia do universo a sua disposição. O homem só pode esperar para ser confiado com grande poder, provando sua capacidade de usá-lo de forma construtiva e altruísta. Quando o maçom aprende que a chave para o guerreiro no bloco é a aplicação correta do dínamo do poder da vida, ele aprendeu o mistério de sua Arte. As energias ardentes de Lúcifer estão em suas mãos e antes que ele possa ir avante e para cima, precisa provar sua capacidade de aplicar corretamente a energia. Ele deve seguir os passos de seu antepassado, Tubalcaim, que com a força poderosa do deus da guerra martelou sua espada um arado. 
 - Manly P. Hall, "The Lost Keys of Freemasonry"


Escolas de Mistérios amam personagens bíblicos que não dependem de Deus para adquirir conhecimento e poder. Tubalcaim é um excelente exemplo. Em "Noé", Tubalcaim tenta se comunicar com o Criador - não como servo, como Noé, mas como um igual.


"Eu sou um homem. Feito em sua imagem. Por que você não conversa comigo? Eu dou a vida. Eu tiro a vida. Como você faz! Eu sou como você! Não sou eu? Fale comigo!"
 

Apesar de Tubalcaim perceber que a humanidade está prestes a ser apagada, ele encontra uma pessoa inesperada para continuar o seu legado: o próprio filho de Noé, Ham.

  Tubalcaim apresenta uma espada para Ham. Ele está lhe dando a
 oportunidade de "tornar-se um homem", dando-lhe o poder de tirar a vida. 

Ao longo da jornada de Noé, Ham se sente ignorado, rejeitado e infantilizado. Ele sente que não pode se tornar um homem sem estar com uma mulher - um direito que é negado por seu pai. Cansado de ser punido e humilhado, Ham deixa a Arca e se mistura com os humanos "desagradáveis​​". Lá, ele encontra uma "boa menina" com quem ele quer se casar. No entanto, Noé a deixa morrer e arrasta Ham de volta para a Arca à força. 

Quando Ham encontra Tubalcaim, ele encontra uma espécie de figura paterna que ele estava procurando. Em vez de uma vida de servidão cega, Tubalcaim ofereceu a Ham os meios para ser um homem "real". Durante o dilúvio, Tubalcaim encontrou uma maneira de esgueirar-se para dentro da Arca e, ao mesmo tempo escondido com os animais, ele "iniciou" Ham a sua filosofia. 


"Seu pai encheu esse navio com animais, enquanto as crianças se afogam. Ele despreza você, dizendo-lhe que você deve servi-los. Não, eles nos servem. Essa é a grandeza dos homens. Quando o Criador terminou de fazer o céu, a terra, o mar e essas bestas, ele não estava satisfeito. Ele precisava de algo maior. Algo a ter domínio. Então, ele nos fez à sua imagem. Nós. Este é o seu mundo Ham, aproveite".


Embora essas palavras foram ditas pelo "vilão", ele estava quase citando versículos bíblicos reais. Isso só aumenta a confusão geral do filme e mensagens contraditórias. 


"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança: e domine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra". 
 - Gênesis 1:26, KJV


Tubal-Caim, em seguida, pede a Ham para matar seu pai:


"Um homem não é governado pelos Céus. Ele é governado por sua vontade. Então eu lhe pergunto. Você é um homem? Boa. Porque se você é um homem, você pode matar".
 

Ham, entretanto, não mata seu pai... ele mata Tubalcaim. No entanto, esse ato fatídico não parece incomodar Tubalcaim. Ao contrário, ele sabe que, matando-o, Ham concluiu com êxito a sua iniciação. Enquanto morria, Tubal-Caim diz a Ham:


"Agora você é um homem".


 Em seus últimos momentos, Tubalcaim dá a Ham a pele de serpente
 do Jardim do Éden (que ele roubou de seu pai). Isso significa que Ham
 é o sucessor de Tubalcaim - não de Noé. 

Depois de sobreviver ao dilúvio, Ham não reintegra com a família de Noé. Ele a deixa para trás e faz o seu próprio caminho. 

  Ham deixando a família representa o caminho 
gnóstico sobrevivendo o Grande Dilúvio. 

Não sabemos se Ham conseguiu reproduzir (provavelmente não). No entanto, sabemos que, na Bíblia, a história que se segue imediatamente a Arca de Noé é a história da Torre de Babel - uma torre gigantesca construída por seres humanos para "combater Deus". Parece que o Dilúvio não "limpou" nada e que a linhagem de Tubalcaim sobreviveu ao dilúvio. 

Conclusão

Na Bíblia, a história da Arca de Noé é contada em poucos versos simples e é preenchida com pedaços enigmáticos que nunca são explicados (ou seja, quem foram os Gigantes exatamente?). O filme "Noé" preenche as respostas para algumas dessas perguntas em sua própria maneira, aumentando o conto bíblico com histórias inventadas e personagens, dando a esta antiga história um toque muito moderno. Da mesma forma que roupas de Russell Crowe eram para um público de 2014, as mensagens em "Noé" também foram feitos sob medida para um público de 2014.

O filme, basicamente, apresenta duas visões filosóficas: Uma que se destina para as massas ignorantes e uma que se entende por "aqueles que a conhecem". As massas ignorantes são orientadas a seguir uma marca do ambientalismo radical que conduz ao auto-ódio: Visto que a humanidade é a força do mal por trás de guerra, sofrimento e destruição da natureza, ela precisa ser "purificada". Essa mensagem se encaixa com a Agenda do despovoamento da elite oculta e é personificada por Noé. No outro extremo do espectro, Tubalcaim representa os seres humanos que buscam a divindade, adquirindo as ferramentas físicas e mentais para alcançar o mesmo status que o Criador. Esta é a filosofia gnóstica adotada pela elite ocultista. Embora encarnado pelo "vilão", ele, no entanto, apresenta-se como uma alternativa para o absurdo do Criador, que criou a humanidade para, em seguida, destruí-la. 

Em suma, "Noé" está longe de ser um filme "idiota" (como alguns comentadores afirmaram). Ele consegue vender uma religião da Nova Era com base no auto-ódio, dando um aceno para a elite ocultista, aqueles que se imaginam ser descendentes de Tubalcaim. Mas a elite ocultista não acredita em ambientalismo radical ou se preocupam com a vida humana. Eles são os únicos por trás de todas as nossas grandes guerras e sua ganância é a principal causa da destruição da natureza. Através de filmes como "Noé", eles estão tentando colocar a carga de suas próprias transgressões às massas desavisadas ​​que costumam fazer o que é dito. Querem-nos a acolher a ideia de uma "grande limpeza".

 Na Bíblia, após o Grande Dilúvio, o próprio Deus afirma:


"Eu estabelecerei a minha aliança com vocês: Nunca mais a vida será destruída pelas águas do dilúvio; nunca mais haverá dilúvio para destruir a terra." 

 - Gênesis 9:11


Então, se você acredita na Bíblia ou não, saiba que se houver outra grande "limpeza" na Terra, ela não virá do "Criador". Ela virá daqueles que têm feito uma lavagem cerebral em você por anos, convencendo-o a acreditar que você é um câncer na Terra.

Fonte: VC

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Amanda Bynes acusa Seu Pai de Abuso, fala de Microchip no Cérebro e é Internada

[ sábado, 11 de outubro de 2014 | 3 comentários ]

Amanda Bynes já foi mencionada algumas vezes neste site, nos posts Amanda Bynes: Outro Produto da Indústria do Controle Mental?, Amanda Bynes Sob Custódia Psiquiátrica e Amanda Bynes segue os Passos de Britney Spears e é colocada Sob Tutela, em que descrevemos como Amanda é um exemplo óbvio de controle mental monarca devido a suas origens na indústria e a seu comportamento típico de uma vítima MK. Nesta semana, ela voltou a fazer notícia novamente ao postar uma série de tweets sobre seu pai ter abusado dela quando criança e sobre a existência de um microchip em seu cérebro. Depois, ela foi levada a um hospital em Los Angeles por Sam Lufti, o ex-assessor e manipulador de Britney Spears, que esteve também por perto durante a famosa "crise mental" da cantora.

Amanda Bynes já vinha mostrando sinais que estava passando por uma "crise mental", mas sabemos que isso não é apenas uma simples crise mental. Nesta última sexta-feira (10), ela usou o Twitter para acusar o pai de abusar dela sexualmente quando criança e, mais tarde, desmentiu tudo, falando que ela teria escrito tudo isso devido a um microchip em seu cérebro. As coisas que Amanda Bynes tuitou (abuso sexual pelo pai/manipulador e lavagem cerebral) descrevem perfeitamente a condição de uma vítima monarca. Muitas delas tiveram uma infância de abuso sexual doméstico. O abuso sexual na infância torna a pessoa mais propícia a se dissociar, condição indispensável na programação MK-Ultra. Os tweets foram mais tarde deletados, mas estiveram no ar o tempo suficiente para que inúmeras fontes pudessem capturá-los.


"Meu pai abusou de mim física e moralmente quando criança. Preciso contar a verdade sobre o meu pai. Ele me xingou e depois perguntou se eu queria fazer sexo com ele. Fui forçada a viver com ele, o que foi um pesadelo total. Meu pai se exibiu para mim diversas vezes e tentei pegar no telefone para gravá-lo muitas vezes dizendo ou fazendo coisas impróprias e assim colocá-lo na cadeia para o resto da sua vida de pervertido".


Após falar sobre o abuso sexual de seu pai, Amanda desmentiu dizendo que foi um microchip implantado em seu cérebro que teria feito ela dizer tais coisas.


"Meu pai nunca fez nenhuma daquelas coisas. O microchip no meu cérebro me fez dizer tudo aquilo, mas ele foi quem ordenou que eles inserissem o chip em mim".


O mais intrigante na história toda é que poucas horas após os estranhos e reveladores tweets, Sam Lufti, o antigo manipulador e assessor de Britney Spears, pegou Amanda em Nova York e a levou para Los Angeles para ser internada em uma clínica (porém, ela não sabia que seria internada). Por que sempre Los Angeles? Por que Sam Lufti está sempre por perto dessas celebridades MK? Talvez porque ele seja mesmo um manipulador MK e Loas Angeles seja onde as verdadeiras "clínicas MK-Ultra" estão instaladas, e também onde Amanda será provavelmente reprogramada. Estamos assistindo a mais uma triste história de uma vítima de controle mental se repetindo.

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ISIS: Uma Criação da CIA para justificar a Guerra no Oriente Médio e a Repressão no Ocidente

| 2 comentários ]

Através de manchetes terríveis e vídeos chocantes, o ISIS está sendo usado como uma ferramenta para justificar a guerra no Oriente Médio e para causar medo e pânico em todo o mundo. Não, isso não é uma "teoria da conspiração maluca", é simplesmente o truque mais velho do livro de mágica. O ISIS foi criado pelas mesmas forças que estão lutando contra ele. 

Desde a criação das nações democráticas - onde a opinião pública importa um pouco - a classe política está diante de um dilema: a guerra é necessária para ganhar poder, riquezas e controle, mas o público em geral tem uma tendência a ser contra ela. O que fazer? A resposta foi encontrada há décadas e ainda hoje é utilizada com sucesso: criar um inimigo tão terrível que as massas irão implorar ao seu governo para entrar em guerra.

É por isso que existe o ISIS. É por isso que os vídeos de decapitação são tão "bem produzidos" e divulgados em todo o mundo através da mídia mainstream. É por isso que as fontes de notícias vêm regularmente com manchetes alarmistas sobre o ISIS. Elas são usadas ​​para servir os melhores interesses da elite mundial. Os objetivos atuais são: influenciar a opinião pública para favorecer a invasão de países do Oriente Médio, um pretexto para a intervenção e "coalizão" em todo o mundo, e fabricar uma ameaça interna que será utilizada para tirar direitos e aumentar a vigilância. Em suma, o ISIS é mais um exemplo da tática milenar de criar um inimigo terrível para assustar as massas.


"Além disso, visto que a América se torna uma sociedade cada vez mais multi-cultural, ela pode achar mais difícil moldar um consenso sobre questões de política externa, exceto nas circunstâncias de uma ameaça externa direta, verdadeiramente maciça e amplamente percebida".

 - Zbigniew Brzezinski, The Grand Chessboard


Cerca de uma década depois da invasão do Iraque (que ainda é uma zona caótica e perigosa), a maioria concorda que a guerra foi baseada em premissas falsas. O público, em última instância, reconheceu que as "armas de destruição em massa" - desculpa abundantemente repetida por George W. Bush e Donald Rumsfeld - foram uma completa invenção. Apesar disso, os EUA e seus aliados (juntamente com o Conselho de Relações Exteriores e de outros grupos de opinião da elite internacional) ainda estão procurando estender a guerra no Oriente Médio, com a Síria como o alvo preferencial. Visto que o público em todo o mundo ocidental foi decididamente contra uma invasão não provocada da Síria, um único evento de mídia virou a maré: surgiu um pequeno vídeo em que um jihadista mascarado decapita um jornalista americano.

 Manchetes sensacionalistas e imagens dramáticas ajudam
 a despertar sentimentos de raiva no mundo ocidental. 

 O protesto foi imediato. Como não poderia ser? Filmado em alta definição, com iluminação cinematográfica perfeita, os vídeos de decapitação são configurados para gerar um sentimento visceral de horror e terror. Vestido com um traje laranja, que lembra o Guantanamo Bay, um jornalista ocidental indefeso é executado por um fanático bárbaro vestido de preto, exibindo dramaticamente uma pequena faca como arma. Nenhum propagandista conseguiria pensar em uma maneira melhor de influenciar a opinião pública para uma guerra. E ainda, como um efeito de "bônus", o vídeo desperta uma histeria anti-muçulmana em todo o mundo, um sentimento que é constantemente explorado pela elite mundial.

Pouco tempo depois, a guerra contra o ISIS foi declarada, quase como se tivesse sido planejada por meses. Em uma entrevista para o US Today, o ex-diretor da CIA, Leon Panetta, afirmou que os americanos devem se preparar para uma guerra de 30 anos que vai se estender bem além da Síria:


"Eu acho que nós estamos olhando para uma espécie de guerra de 30 anos", diz ele, que terá que se estender além do Estado Islâmico para incluir as ameaças emergentes na Nigéria, Somália, Iêmen, Líbia e em outros lugares. 

 

Basicamente, no espaço de poucos meses, um grupo terrorista literalmente surgiu do nada, causando caos nas regiões que os EUA e seus aliados têm procurado atacar durante anos. Seu nome: Estado Islâmico na Síria, ou ISIS. O próprio nome é simbólico e revelador. Por que está um grupo "islâmico" fazendo homenagem a uma deusa egípcia antiga? Talvez porque ela seja uma figura favorita da elite oculta - os verdadeiros culpados que estão por trás dos horrores do ISIS. 

A Continuação da História 

A ideia da CIA de financiar um grupo islâmico para promover seus interesses políticos não é tão "absurda". Na verdade, existem vários casos óbvios na história recente em que os EUA apoiaram abertamente os grupos islâmicos extremistas (apelidados de "combatentes da liberdade" nos meios de comunicação de massa). O exemplo mais flagrante e bem documentado é a criação do mujahidin no Afeganistão, um grupo que foi criado pela CIA para atrair a União Soviética em uma "armadilha afegã". O termo mujahidin significa "os muçulmanos que lutam no caminho de Deus" e vem da raiz da palavra "jihad". O "grande inimigo" de hoje foi o amigo do passado. Um arquiteto importante dessa política foi Zbigniew Brzezinski um dos estadistas mais influentes da história dos Estados Unidos. De JFK até Obama, Brzezinski foi uma figura importante na formação política dos Estados Unidos em todo o mundo. Ele também criou a Comissão Trilateral com David Rockefeller. No seguinte trecho de uma entrevista de 1998, Brzezinski explica como o mujahidin foi usado ​​no Afeganistão:


Pergunta: O ex-diretor da CIA, Robert Gates, afirmou em suas memórias ["From the Shadows"], que os serviços de inteligência dos Estados Unidos começaram a ajudar o Mujahadin no Afeganistão seis meses antes da intervenção soviética. Nesse período, você era o conselheiro de segurança nacional do presidente Carter. Você, portanto, desempenhou um papel nesse caso. Isso é correto?

Brzezinski: Sim. De acordo com a versão oficial da história, a ajuda da CIA para o Mujahadin começou em 1980, ou seja, depois de o exército soviético invadir o Afeganistão em 24 de dezembro de 1979. Mas a realidade, secretamente guardada até agora, é completamente o contrário da verdade. Foi dia 3 de julho de 1979 que o presidente Carter assinou a primeira instrução oficial para o apoio secreto aos opositores do regime pró-soviético de Cabul. E naquele mesmo dia, escrevi uma nota ao presidente na qual eu expliquei-lhe que, na minha opinião, essa ajuda iria induzir uma intervenção militar soviética. 

 - Le Nouvel Observateur, a intervenção da CIA no Afeganistão
 

 Presidente Ronald Reagan sentado na Casa 
Branca com os afegãos "combatentes da liberdade".

Algumas décadas mais tarde, esses "combatentes da liberdade" se transformaram nos terroristas talibãs, entre eles Osama bin Laden, que virou de um agente da CIA para o inimigo público nº 1. O grupo foi então usado para justificar a guerra no Afeganistão. É um dos inúmeros exemplos em que um grupo islâmico foi criado, financiado e utilizado para promover os interesses dos Estados Unidos. Os EUA também apoiaram a Irmandade Muçulmana no Egito, Sarekat Islã, na Indonésia, Jamaat-e-Islami, no Paquistão, e o regime islâmico da Arábia Saudita para combater a Rússia.


 "A América não tem amigos ou inimigos permanentes, só interesses." 
 - Henry Kissinger
 

 Detalhes Questionáveis ​​sobre o ISIS

O ISIS é uma nova Al-Qaeda, totalmente adaptada para os dias de hoje. Surgiu do nada, no espaço de poucos meses, o ISIS aparentemente garantiu um grande número de recursos, armas, equipamentos de alta tecnologia de mídia e especialistas em propaganda. De onde vem todo o dinheiro e conhecimento?

A história do líder do ISIS, Abu Bakr al Baghdadi, é extremamente obscura. Segundo alguns relatos, al Baghdadi foi detido pelos americanos em Camp Bucca no Iraque por vários anos. Alguns especulam que foi nessa época que ele começou a trabalhar com a CIA.


"Ele foi capturado pelos americanos em 2005, e foi mantido em Camp Bucca, no sufocante sul do Iraque durante anos, mas é difícil apontar as circunstâncias e momento de sua libertação. Em qualquer caso, ele estava livre em 2010 e já tinha ascendido o suficiente no movimento jihadista que ele assumiu o controle da filial da Al Qaeda no Iraque após a morte de dois superiores". 

- Miami Herald, Who is Iraq’s Abu Bakr al Baghdadi, world’s new top terrorist?


Pouco depois de sua libertação, al Baghdadi levantou-se rapidamente aos mais alto dos escalões da Al-Qaeda, acumulou uma fortuna, foi expulso da Al-Qaeda, e agora lidera o ISIS. Ele foi impelido por forças externas?

 Durante a sua primeira aparição pública como chefe do ISIS, al Baghdadi 
ordenou aos muçulmanos que o obedeçam como o "líder que preside." Ele também 
foi flagrado usando um relógio caro, que se acredita ser um Rolex, um Sekonda ou um
 Omega Seamaster - todos custam alguns milhares de dólares. Uma escolha um pouco 
estranha para um líder prometendo lutar contra a "decadência ocidental"?

Os vídeos de decapitação também levantaram bastantes as sobrancelhas.

  A propaganda de guerra não poderia pedir uma
 melhor ferramenta para gerar consentimento. 

Configurado para máximo efeito teatral, os vídeos têm detalhes questionáveis. Primeiro, porque as vítimas prestes a serem decapitadas são capazes de falar de um jeito tão calmo e inteligível? Nem precisa dizer que as pessoas que estão prestes a ter a sua cabeça cortada de uma forma horrível entram geralmente em um estado de pânico e terror enorme. Por que o sangue não jorrou quando a faca cortava a garganta da vítima? E, por último, porque o carrasco está mascarado? Por que ele se importa? Além disso, por que ele fala com um sotaque britânico? Apelidado de "jihad John" por revistas de baixo grau em todo o mundo ocidental, ele é uma maneira de dizer ao público que os extremistas podem vir do Oeste, então tome cuidado com o seu vizinho.

 O material de propaganda do ISIS utiliza equipamentos produzidos
 por produtores de cinema experientes. Sua produção é um passo acima da 
"propaganda islâmica" habitual encontrado circulando no Médio Oriente. 

Naomi Wolf, a reputada escritora e ex-assessora de Bill Clinton atraiu uma enxurrada de críticas quando ela expressou ceticismo em relação ao ISIS e pediu rigor jornalístico.

O post de Naomi Wolf sobre o ISIS. Ele foi removido. 

 Depois de se encontrar sob ataque por inúmeros jornalistas e observadores, Wolf acrescentou:


Os EUA se beneficiam de... nós sermos tão assustados a ponto de nossas agências de inteligência poderem tirar a última de nossas liberdades em nome de interesses corporativos do jeito que as agências de inteligência no Ocidente estão fazendo em toda parte... Grã-Bretanha, Canadá, Austrália, Nova Zelândia é a próxima... então é isso aí.

Eu vejo alguns blogs distorcendo a natureza das coisas que eu disse... Por que eu não costumo tomar narrativas políticas de forma superficial do jeito que elas são ditadas para a imprensa? 

A) Porque eu sou uma jornalista e verificar com ceticismo é suposto ser parte de nosso trabalho, mas o mais importante b) porque eu trabalhei para duas campanhas presidenciais, uma formal e uma informal, como consultora política, e porque eu fui esposa de um escritor de discursos da Casa Branca por muitos anos.

Como consultora política e também uma antiga observadora de perto de como as notícias e declarações saem da Casa Branca e das campanhas presidenciais, eu sei que PRIMEIRO a equipe de comunicação envolvida tem que começar com algo entregue a eles com o qual eles não tiveram nenhuma relação...

E depois, as pessoas talentosas e criativas nas campanhas ou lojas de comunicações do país são convidadas a construir uma narrativa sobre o assunto e pontos de discussão e encontrar "heróis" que ajudam a narrativa, e a narrativa, muitas vezes, finalmente, parece que nada tem a ver com o negócio real. (Na verdade, melhor assim.)

E aquele discurso edificante de campanha ou de conferência de imprensa muitas vezes envolve encontrar indivíduos com grandes histórias para contar que não têm nada a ver com o negócio. 

Então todas as pessoas que estão me atacando agora por 'teorias da conspiração' não têm ideia do que estão falando... pessoas que assumem que a narrativa dominante deve ser a verdade e os motivos dominantes deve ser os  reais não têm experiência em como o mundo funciona.
 

Naomi Wolf tem boas razões para falar sobre o ISIS. Em seu livro de 2007, "The End of America"​​, Wolf delineou 10 passos necessários para um grupo fascista (ou de governo) para destruir o caráter democrático de um Estado-nação e subverter as liberdades sociais e políticas anteriormente exercidas pelos seus cidadãos.

1. Chame um inimigo interno e externo aterrorizante.

2. Crie prisões secretas onde a tortura ocorre.

3. Desenvolva uma casta de bandido ou força paramilitar que não responde perante os cidadãos.

4. Estabeleça um sistema de vigilância interna.

5. Assedie grupos de cidadãos.

6. Envolva-se em detenção arbitrária e liberação.

7. Ponha como alvo indivíduos-chave.

8. Controle a imprensa.

9. Trate a todos os dissidentes políticos como traidores.

10. Suspenda o Estado de Direito.

Embora o público no mundo ocidental seja rápido em rotular qualquer um que questione a história oficial como um "teórico da conspiração", o público no Oriente Médio é extremamente cético sobre o ISIS e seu chamado "Jihad". Por exemplo, no Líbano e no Egito, a ideia de que o ISIS foi uma criação dos EUA estava tão difundida (altos funcionários estavam dizendo isso) que a Embaixada dos EUA em Beirute foi necessária para negar os rumores.

  Post do Facebook da Embaixada dos EUA em Beirute. 

Para muitos moradores do Oriente Médio, as ações e o modus operandi do ISIS são nada menos do que suspeito. O grupo na verdade parece ser para ajudar os EUA e sua coligação a alcançar seus objetivos militares no Oriente Médio.

 Este mapa mostra os atuais redutos do ISIS. Como você pode ver, eles 
estão localizados exatamente onde a coalizão tem procurado invadir por anos. 

Visto que a ameaça do ISIS se espalha para os países vizinhos, ela irá permitir ataques militares contra várias nações. É só uma questão de tempo até que os ataques aéreos sejam considerados ineficazes e tropas terrestres tornam-se necessárias. No final, essas operações vão completar um plano de longo prazo de reorganizar o Oriente Médio, eliminando todas as ameaças a Israel e aumentando significativamente a pressão sobre o Irã e a força islâmica restante da região.

ISIS utilizado para a Repressão Doméstica

Desgostosa com os vídeos de decapitação, a maioria dos ocidentais agora favorecem a aniquilação violenta do ISIS. Claro, eles não percebem que esse mesmo fervor vai levá-los a se tornarem vítimas de seus próprios governos.

 De protestar pela a paz a protestar pela a guerra, um pouco de propaganda pode
 percorrer um longo caminho para influenciar os pensamentos das pessoas. 

Nas últimas semanas, o ISIS tem emitido várias ameaças a países específicos, causando pânico em cada um deles, o que levou os governos a "agirem". Infelizmente, "tomar medidas" significa reduzir a liberdade de expressão e aumentar pesquisas e vigilâncias ilegais. O Canadá já está usando o ISIS como uma razão para espionar os cidadãos e está trabalhando em novas leis que permitem uma maior vigilância.


 O chefe da agência de espionagem do Canadá disse que não há sinais de um iminente ataque terrorista contra o país, mas as autoridades estão monitorando 80 suspeitos de terrorismo canadenses que voltaram para casa de violentos pontos em todo o mundo. 

Coulombe disse que os 80 suspeitos não foram acusados ​​devido à dificuldade permanente de coleta de provas sólidas contra eles. 

O Ministro de Segurança Pública, Steven Blaney, disse que irá introduzir novos instrumentos legislativos nas próximas semanas para ajudar as agências de aplicação da lei a melhor "rastrear os terroristas." 

Blaney não deu detalhes sobre o que essas novas medidas serão. 

- Toronto Sun, CSIS keeping watch on 80 Canadian terror suspects nationwide


No Reino Unido, os conservadores apresentaram suas "Extremist Disruption Orders", uma lista de regras sem precedentes que tem graves implicações sobre a liberdade de expressão.


Extremistas terão que obter mensagens no Facebook e no Twitter aprovadas previamente pela polícia sob as regras amplas planejadas pelos Conservadores. 

Eles também serão impedidos de falar em eventos públicos, se eles representam uma ameaça para "o funcionamento da democracia", segundo as novas ordens. 

Theresa May, Ministro do Interior, irá estabelecer planos para permitir que juízes proíbam as pessoas de transmitir ou protestar em determinados lugares, bem como se associar com pessoas específicas."

 - The Telegraph, Extremists to have Facebook and Twitter vetted by anti-terror police


Quanto tempo levará para que a palavra "extremista" seja diluída e utilizada para descrever alguém com uma opinião diferente?

Conclusão 

O ISIS tem todas as marcas de um grupo jihadista patrocinado pela CIA, criado para facilitar a guerra no exterior e a repressão doméstica no ocidente. Se olharmos para a história do Oriente Médio de "dividir e conquistar" ou os detalhes suspeitos do ISIS e as repercussões de sua existência no mundo ocidental, pode-se facilmente ver como o ISIS é uma continuação de um padrão óbvio. As questões mais importantes que se pode perguntar são as seguintes: Quem se beneficia com a existência do ISIS e o terror que ele gera? O que ganha o ISIS criando vídeos insultando os exércitos mais poderosos do mundo? Os ataques aéreos? Por outro lado, o que a classe dominante no mundo ocidental tem a ganhar? Continuam a ganhar dinheiro com a guerra e as armas, tomando o controle do Oriente Médio, apoiando Israel, aumentando a opressão e a vigilância das populações nacionais e, finalmente, mantendo as massas constantemente aterrorizadas e sob controle.

Em suma, alimentar o pânico em todo o mundo e provocar um estado de caos no Oriente Médio foi considerado necessário para implementar uma nova ordem mundial. 'Isis', a deusa egípcia e mãe de Hórus, é o nome de uma das figuras mais importantes para a elite maçônica. Seu lema? Ordo ab Chao... ordem no caos.

Fonte: VC

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